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Surf – Recordes e Curiosidades

CATEGORIA
ANO OPEN JUNIOR FEMININO LONG KNEE MASTER EQUIPES
2002 Jean da Silva Simão Romão Yries Pereira Leandro Silva   David Huzadel Rio de Janeiro
2001 Adilton Mariano Adilton Mariano C. Gonçalves Amaro Mattos   Saulo Lyra Santa Catarina
2000 Marcondes Marcondes Alcione Silva Marcelo Freitas Sérgio Peixe Saulo Lyra São Paulo
1999 Thiago de Souza Marcondes Andrea Lopes Marcelo Freitas Sérgio Peixe Neno Mattos Rio de Janeiro
1998 Robson Silva Paulo Moura Alcione Silva Marcelo Freitas Diego Azevedo Neno Mattos Rio de Janeiro
1997 Fabrício Júnior Gui Ferreira Andrea Lopes Rafael Aguiar Mike Richards Paulo Tavares São Paulo
1996 Rodrigo Rocha Lucinho Lima Jaqueline Silva Marcelo Freitas Sérgio Peixe   São Paulo
1995 Pedro Lima Danilo Costa Tita Tavares Rafael Aguiar William Grutter   São Paulo
1994 Maicon Rosa Neco Padaratz A. Vieira Márcio Vilella Willian Grutter   São Paulo
1993 Daniks Fisher Binho Nunes Anna Galloti Bernardo Mussi Sérgio Peixe   Rio de Janeiro
1992 Rato Fernandes Eric Miyakawa Michelle Pessoa Carlos Moura Willian Grutter   São Paulo
1991 Rato Fernandes Isaías Silva Anna Galloti Vitorino James Marcelo Julian   São Paulo
1990 Aldemir Calunga Fábio Silva Andrea Lopes Alex Taskilas Sérgio Peixe   Rio de Janeiro
1989 Joca Junior Washington Luiz Andrea Lopes Neco Carbone Marcelo Julian   Rio de Janeiro
1988 Douglas Lima            

Tipos de onda

Beachbreak – na costa brasileira a maioria das ondas quebram sobre fundos de areia que apresentam melhores condições quando combinações de ondas formam picos que abrem até as valas, que são canais de retorno da água para dentro o oceano. Uma característica importante do beachbreak é que são modelados por correntes que se alteram constantemente, fazendo com que ajustes ideais de fundo, ondulação e vento sejam necessárias para um dia clássico. Por ser menos previsível, a onda do beachbreak obriga o surfista a desenvolver maior criatividade e rapidez nos movimentos.

Point Break – o point break caracteriza-se por ter um fundo fixo de pedra, areia ou coral, apresentando suas melhores condições em dias de ondulação grande e alinhado, pois a onda quebra acompanhando o desenho do fundo, geralmente com grande extensão. Outra particularidade deste tipo de fundo é de formar ondas com uma só direção, isto é, direita ou esquerda com excelente qualidade, pois as ondas não fecham, possibilitando ao surfista utilizar todo o repertório de manobras.

River Mouth – o river mouth possui características semelhantes ao point break, porém, por estar localizado na desembocadura de um rio, sofre influências da correnteza que podem provocar variações no fundo, alterando desta forma, a qualidade da onda.

Reef Break – é chamado de reef break uma formação rochosa ou de coral, geralmente afastada da costa, que proporciona ondas fortes e cavadas, sendo muito afetada pela maré que, quando cheia, permite um surf mais seguro e menos tubular e, quando vazia, mais perigoso e radical.

No arquipélago de Fernando de Noronha, encontram-se os melhores reef breaks do Brasil. A ausência da plataforma continental faz com que a ondulação quebre sobre o reef com toda sua força.

Pico de Molhes – a ação do homem também pode formar fundos, como é o caso dos molhes de pedra e dos piers que acumulam areia, favorecendo a formação de ondas de boa qualidade.


· Como são formadas as marés

    O que causa a maré é a atração gravitacional existente entre a Terra e a lua. A Lua gira em torno da Terra e a sua atração gravitacional provoca uma protuberância na superfície do oceano. A rotação da Terra, por sua vez, também provoca uma protuberância compensadora no lado oposto do planeta. Com a rotação da Terra, quando a protuberância passa por uma área costeira, o nível da água sobe e é criada a maré alta. Quando a área costeira está no nível mais distante da protuberância, o nível da água cai e é criada a maré baixa.


· Como surgiu o Hang Loose

    Diz a lenda, que um antigo Rei do Hawaii tinha o costume de se arriscar nas altas ondas locais. Para saudar as pessoas que o assistiam na praia, ele acenava para os nativos. O que fazia a diferença é que ele tinha apenas os dedos polegar e mínimo em uma das mãos, e era com essa mão que ele acenava para a galera. A partir daí os surfistas do mundo adotaram o gesto da realeza como uma forma de cumprimento da tribo do surf.


· Tamanho mínimo das ondas

    No caso do mar não apresentar condições quanto ao tamanho mínimo exigido de 50cm para as ondas, o campeonato deverá ser realizado em um outro lugar que ofereça condições, ou transferido para outro horário ou para outro dia.


Vocabulário do Surf

360º - é uma manobra em que o surfista executa uma volta completa em torno de si mesmo (com sua prancha) e continua na mesma direção.

Aerial 360º - variação dificílima da manobra citada acima, onde o surfista executa a mesma manobra durante um vôo com a prancha.

Aloha - saudação havaiana de boas vindas.

Astrodeck - material feito com borracha especial que é aplicado sobre a prancha, servindo assim, como antiderrapante.

Back Door - parte da onda que quebra da direita para a esquerda (para quem está olhando da praia).

Back Side - é quando o surfista pega onda posicionando-se de costas para ela.

Back Wash - pororoca, ou seja, onda que vem ao contrário, da direção da areia.

Batida - manobra em que o surfista acerta a crista da onda com a parte de baixo da prancha.

Beach Break - praia com fundo de areia.

Big Rider - surfista que é bom e gosta de pegar ondas grandes.

Bolha - área da prancha que se encontra danificada, podendo estar ou não com água. A princípio, a área fica fofa.

Bottom - parte do fundo da prancha onde ficam as quilhas.

Bottom Turn - manobra em que o surfista faz uma curva na base da onda em direção do lip (crista da onda).

Brother - expressão usada no cumprimento de surfistas ou amigos próximos.

Copinho - local da prancha onde se coloca a cordinha, leash ou strep.

Cut Back - manobra em que o surfista volta na direção contrária da onda e depois retorna na direção normal, formando um “s”.

Deck - parte de cima da prancha onde o surfista pisa.

Drop - significa descer a onda da crista até a base.

Elevador - passar por uma onda grande, subindo pela frente e descendo por trás.

Expression Session - campeonato onde todos os surfistas entram na água e o vencedor é aquele que realiza a melhor manobra entre os competidores.

Floater - manobra em que o surfista flutua (quase sem contato) na crista da onda quando ela já está quebrando.

Grab Rail - manobra em que o surfista coloca a mão na borda da prancha para pegar um tubo de back side.

Goofy - surfista que pisa com o pé direito na frente.

Gun - prancha grande, para ondas grandes.

Hot Dog - prancha pequena, para ondas pequenas.

Inside - qualquer lugar dentro da arrebentação, ou seja, a própria arrebentação.

Leash - corda utilizada para prender a prancha ao pé do surfista.

Leque - manobra na qual o surfista sobe ao lip da onda e quando puxa a prancha com toda força faz com que a mesma destrua o lip jogando água fazendo a forma de um leque.

Lip - crista da onda.

Line Up - alinhamento dos surfistas no outside (linha de formação das ondas).

Long John - roupa de borracha (neoprene) para proteger do frio (modelo para o corpo inteiro).

Maral - vento que sopra do mar em direção a areia, geralmente aumenta o mar.

Off Shore - vento lateral da terra para o mar. Este vento normalmente é quente e alisa as ondas.

On Shore - mesma coisa que maral, ou seja, vento que sopra do mar para terra.

Outline - esboço de uma prancha. É o desenho, a "linha de fora", o contorno que o shaper utiliza para começar a criar.

Outside - qualquer local para fora da arrebentação.

Point Break - praia com fundo de pedra.

Pororoca - quando as ondas vão até o raso e voltam, se chocando com as ondas que ainda estão indo, o que atrapalha o surfista quando está descendo. Também conhecido como Back Wash.

Quebra-Coco - onda oca e rápida que se forma depois da onda principal, estourando bem próximo da praia.

Quilha - dá segurança a prancha, direcionando-a na onda e proporcionando manobras.

Reef Break - praia com fundo de coral.

Regular - surfista que pisa como pé esquerdo na frente.

Strap - o mesmo que leash ou cordinha.

Swell - ondulação.

Tail Slide - manobra em que o surfista derrapa a rabeta da prancha. Pode ser conjugada com outras manobras.

Terral - mesma coisa que Off Shore.

Tubo - manobra em que o surfista fica dentro da onda.

Traction - borracha anti-derrapante colada no deck da prancha.

WCT - World Championship Tour, é a 1ª divisão do Circuito Mundial de Surf.

WQS - World Qualifing Series, é a 2ª divisão do Circuito Mundial de Surf.