As Modalidades
AÉREAS
Asa Delta –
os praticantes saltam de plataformas construídas
sobre montanhas e planam em correntes de ar. A Asa
Delta deve ser adequada ao peso do piloto, mas mede,
aproximadamente 6,5 m, onde o piloto fica apoiado
num trapézio. Esse trapézio serve também,
juntamente com o balanço do corpo, para controlar
a direção da Asa. O recorde alcançado
em distância é de 480 km e de altura
é de 4300 m.
Pára-quedismo
– esporte derivado de tática militar
de guerra. De um avião com uma altura média
de 16.000 pés, o praticante salta e permanece
em queda livre até o momento certo de abrir
o pára-quedas (tudo é controlado no
altímetro). Nos campeonatos, deve-se pousar
em locais assinalados para obter a pontuação
máxima.
Parapente –
esse esporte deriva da Asa Delta e do Pára-quedismo.
Numa plataforma, o praticante parte com o “pára-quedas”
já inflado e se lança no ar aproveitando
correntes de ar (mesmo principio da Asa Delta). Pode-se
desenvolver manobras e vôos de longas distâncias,
onde a mochila do “pára-quedas”
possui uma adaptação para que o praticante
fique corretamente acomodado.
Base Jump –
é uma das novas modalidades de Esportes Outdoor.
O praticante salta diretamente de um penhasco com
altura suficiente. Com o pára-quedas na mão,
este, assim que salta já, o abre para que pouse
com cuidado. O Base Jump é praticado em grandes
penhascos e canyons, mas também ocorre em grandes
construções nas cidades (prédios
e pontes).
TERRESTRES
Trekking –
é, na prática, a união do esporte
com a natureza. Consiste na caminhada por trilhas
onde, além da dificuldade da própria
distância a ser percorrida, existem também
os obstáculos físicos (irregularidades
e rios) seja por trilhas traçadas anteriormente
ou por trilhas nunca antes ocupadas.
Montanhismo ou Alpinismo
– é a prática da escalada em montanha.
O praticante escala montanhas que propiciam enorme
dificuldade e esforço. Deve-se ultrapassar
as dificuldades impostas pela natureza com o auxílio
de cordas e mosquetões, trata-se de um esporte
perigoso que requer extrema cautela dos praticantes,
principalmente, quando a escalada apresenta inclinações
negativas, ou seja, tem inclinação para
trás.
Arvorismo –
é mais uma maneira de exploração
dos limites. O praticante passa por caminhos entre
as árvores, seja por meio de cordas, ou mesmo
tirolesas, escadas de cordas, redes ou qualquer aparato
que transporte o praticante de uma árvore para
outra, com ele suspenso.
Rappel e Canyonning – é
uma técnica de descida muito utilizada, tanto
por esportistas quanto pelas Forças Armadas.
Consiste na descida de um penhasco ou parede com o
auxílio de corda e do equipamento necessário.
Também utilizado na Espeleologia (exploração
de cavernas e grutas) e no Montanhismo (na descida
das montanhas). O Canyonning é o Rappel em
cachoeiras, a parede que o praticante desce é
uma cachoeira. A exemplo de outros esportes, o Rappel
já foi introduzido nas grandes cidades com
a descida em prédios ou obras.
Off-Road –
o praticante busca trilhas com Jipes ou motos. Os
praticantes vão atrás de trilhas próprias
ou abrem suas próprias trilhas utilizando toda
a potência de suas máquinas. Devem ultrapassar
todas as adversidades que a Natureza os impõe,
como terrenos totalmente irregulares, áreas
alagadas ou travessia de rios, lamaçais, enfim,
inúmeras adversidades que aparecem na frente
dos Jipes e motos.
AQUÁTICAS
Rafting –
consiste na descida de corredeiras de rios em botes
infláveis. É exigido do praticante espírito
de equipe e bastante esforço para suportar
as descidas, geralmente, em grandes velocidades. Cada
componente do barco carrega um remo e, sob as instruções
de um líder, remam para a descida.
Bóia-cross
– é uma derivação do Rafting,
porém individual. É também uma
descida de corredeira, aonde o praticante vai preso
a uma bóia (de barriga para baixo) e, geralmente,
em grupo, para que haja ajuda mútua entre os
praticantes. Sem dúvida, proporciona horas
de diversão e adrenalina entre os praticantes.
Mergulho – certamente a modalidade
mais antiga das aquáticas relacionadas. Com
ou sem o auxílio de equipamentos específicos,
os praticantes buscam a serenidade e a paz no fundo
do mar. Proporciona adrenalina e ao mesmo tempo paz,
é um dos esportes mais bonitos de se praticar.
Saiba mais sobre mergulho através do menu de
modalidades.
Equipamentos Básicos
Cadeirinha –
é um conjunto de fitas de náilon que,
passando pela cintura e quadril, dão fixação
ao praticante para executar os movimentos. É
nela que se prende a corda o os mosquetões.
Corda – com
cerca de 60m e 10mm de espessura, ela agüenta
até 2 toneladas de peso.
Mosquetão
– é nele que o praticante prende ou passa
a corda em seu corpo, ou eventualmente nos grampos
fixados às rochas.
Capacete –
protege a cabeça de quedas e de pedras que
possam rolar das rochas.
Grampos –
usados para fixar a corda nas rochas, por exemplo,
numa escalada.
Crampons –
tela metálica que, acopladas às botas
do alpinista, auxiliam a escalada na neve.
Piqueta –
lembra muito uma picareta em sua forma, auxilia o
alpinista numa escalada na neve.
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